quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

"... É o que queremos para eles: que cresçam, aprendam, se realizem.   Não demora, serei mais uma dessas mães que terá que matar a saudade pelo computador.   O que se pode fazer?   Confiar que a base dada quando eram pirralhos seja suficiente para se tornarem cidadãos honestos e bem-sucedidos, em qualquer parte do planeta.   Em vez de choramingar, ter orgulho de vê-los correndo atrás dos seus sonhos (e não contar para ninguém que, em segredo, a gente se pergunta: por que raios os sonhos não podem estar logo ali, no bairro vizinho?)
O mundo é do tamanho das ambições dos nossos filhos.  E do nosso amor por eles,  onde quer que estejam..." 
(Martha Medeiros)

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

O Silêncio

"O mundo, às vezes, fica-me tão insignificativo
Como um filme que houvesse perdido de repente o som.
Vejo homens, mulheres: peixes abrindo e fechando a boca

[num aquário
Ou multidões: macacos pula-pulando nas arquibancadas dos
[estádios...
Mas o mais triste é essa tristeza toda colorida dos carnavais
Como a maquilagem das velhas prostitutas fazendo trottoir.
Ás vezes eu penso que já fui um dia um rei, imóvel no seu
[palanque,
Obrigado a ficar olhando
Intermináveis desfiles, torneios, procissões, tudo isso...
Oh! decididamente o meu reino não é deste mundo!
Nem do outro..."

(Mario Quintana)

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014